quinta-feira, 29 de julho de 2010

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Artesãos participam de curso de capacitação em Porto Velho

27 de julho de 2010

Fonte: TV Rondônia


PORTO VELHO - O Projeto “Inovação no Artesanato" desenvolvido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e parceiros oferece curso de capacitação, em Porto Velho. A meta é consolidar a identidade do artesanato produzido no município estabelecendo como negócio.


A iniciativa deve durar uma semana. Um grupo de 16 artesãos participa da oficina de design em artesanato. As peças têm como matéria – primas as sementes e também é resultado do aproveitamento de material descartado.

De acordo com a instrutora do Sebrae, Rozeni Menezes, no final da capacitação, as peças fabricadas serão reunidas em publicação. Além de uma rodada de negócios até o final do ano.

Record Rural - Mulheres de Bodoquena transformam fibras de taboa em artesanato

terça-feira, 27 de julho de 2010

Artesãos mineiros apresentam peças exclusivas no Inspiramais

26.07.2010 | 09:02

Bolsas e calçados

Feira reúne compradores, designers e profissionais de moda em São Paulo a partir desta terça-feira (27)

Ricardo Guimarães

Belo Horizonte - Artesãos de Santo Antônio do Leite, Brumadinho e da região do Vale do Urucuia, em Minas Gerais, criaram peças exclusivas para o setor de bolsas e calçados. Eles vão expor os produtos no Inspiramais 2010 – Salão de Design e Inovação de Componentes para Couro, Calçados e Artesanato. A feira reúne compradores, designers e profissionais de moda em São Paulo, de amanhã (27) até quinta-feira (29).

Os artesãos de Santo Antônio do Leite, especializados na criação de jóias, levarão 12 peças. Elas possuem encaixe e costura especiais para serem adaptadas aos calçados e bolsas. O valor médio de cada peça será de R$100. O grupo de artesãos de Brumadinho aproveita cobertores para criar bolsas, bordados e arranjos decorativos. Eles vão expor 42 produtos. Já os artesãos do Vale do Urucuia levarão artigos de tecelagem.

A analista do Sebrae em Minas Gerais, Juliana Orsetti, afirma que o Inspiramais é uma boa oportunidade para que os artesãos conquistem novos mercados. "O setor de bolsas e calçados precisa inovar e utilizar componentes diferenciados para renovar as coleções”, diz.

Missão


O Sebrae em Minas organizou uma missão com dez empresários do setor de bolsas e calçados da Região Metropolitana de Belo Horizonte, 12 de Nova Serrana e 35 de Guaxupé para o Inspiramais. Eles vão conhecer tendências, participar de seminários e buscar novidades para criar a coleção outono/inverno 2011.

Serviço:

Inspiramais 2010
27 a 29 de julho
Centro de Convenções Frei Caneca
São Paulo/SP

Assessoria de Imprensa Sebrae em Minas Gerais: (31) 3379-9278/9276

Site com os calendários de eventos, feiras, congressos, seminários, etc..

http://www.goldenlight.biz/calendario/

Dica da colega Elsie Marchini

Artesãos participam de curso de capacitação em Porto Velho

27 de julho de 2010

Fonte: TV Rondônia


PORTO VELHO - O Projeto “Inovação no Artesanato" desenvolvido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e parceiros oferece curso de capacitação, em Porto Velho. A meta é consolidar a identidade do artesanato produzido no município estabelecendo como negócio.


A iniciativa deve durar uma semana. Um grupo de 16 artesãos participa da oficina de design em artesanato. As peças têm como matéria – primas as sementes e também é resultado do aproveitamento de material descartado.

De acordo com a instrutora do Sebrae, Rozeni Menezes, no final da capacitação, as peças fabricadas serão reunidas em publicação. Além de uma rodada de negócios até o final do ano.

Artesanato na Expoacre 2010




Escrito por Helder Cavalcante Jr., Assessoria ABRAJET
25-Jul-2010

Destaque no Brasil, o artesanato acreano tem seu lugar na exposição

1249143910_artesanato_expo_07.jpg
Diversidade do artesanato acreano em exposição na Expoacre 2010 (Foto: Secom)
Engana-se quem pensa que a Expoacre é um lugar exclusivo dos negócios voltados para o segmento agropecuário. Nos últimos anos, a exposição se tornou o grande mercado cultural e econômico do Acre em muitas áreas. Entre os diversos nichos de mercado que lá se apresentam, o artesanato é um dos que recebe maior destaque.

Neste ano, o espaço reservado para os artesãos mostrarem e comercializar seus produtos fica na área central do Parque de Exposições, em formato circular, dando uma dinâmica mais confortável para os visitantes. São profissionais de vários municípios acreanos, que aproveitam esta reunião para, além de vender, trocar experiências com colegas de outros municípios. A feira começou neste sábado, 24 e só termina no próximo domingo, 01 de agosto.

Uma das cooperativas presentes na exposição é a Cooperativa de Produtos e Serviços Econômicos e Solidários do Acre, COOESA, que tem sede na Casa do Artesão do Parque da Maternidade. Apenas pela COOESA, estão presentes à feira 40 expositores que, em razão do rodízio de trabalhadores, movimentará mais de 100 trabalhadores durante os nove dias de Expoacre.

Para o coordenador desta cooperativa, Carlos Taborga, a expectativa nesta edição é aumentar o número de negócios realizados na Expoacre em relação aos anos anteriores. "Esperamos que, além da troca de informações e técnicas com nossos colegas de outros municípios, as vendam superem as feiras passadas", explica Carlos.

Artesanato como turismo

O artesanato acreano é referência nacional e já recebeu prêmios por sua qualidade e criatividade. São produtos feitos desde ouriço-de-castanha, madeira, sementes, entre outros. Dos mais comuns estão as estatuetas de personagens de nossa cultura e marchetaria.

Esta posição de destaque do artesanato acreano também incentiva o turismo em nossa região. A própria Casa do Artesão é um dos pontos turísticos mais visitados. "O turista gosta muito do artesanato acreano e é comum recebermos elogios sobre o quanto somos inventivos", afirma o coordenador.


Atualizado em ( 26-Jul-2010 )

Renda irlandesa cria oportunidades de trabalho no sertão do Sergipe

Assista o vídeo.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

III Rodada de Negócios do Artesanato Baiano

Clique para ampliar.

Artesãos pataxós buscam novos mercados como empreendedores individuais

21.07.2010 | 10:00

Artesanato indígena

Formalizados e autorizados a emitir nota fiscal, índios no sul da Bahia podem fornecer para grandes lojas

Débora Vicentini

Debora Vicentini

José Roberto de Jesus, presidente da Cooperativa de Artesanato Pataxó, é um dos defensores do programa

Salvador - O artesanato pataxó representa um dos principais veículos de afirmação cultural e geração de renda para a comunidade indígena do sul da Bahia, mas os artesãos não querem mais apenas atrair turistas com seu trabalho: querem se profissionalizar cada vez mais e conquistar novos mercados.

Para isso, encontraram no programa Empreendedor Individual a ferramenta ideal. O local onde se realizou a primeira missa no Brasil, no município de Santa Cruz Cabrália, hoje abriga também a maior entre as aldeias pataxós: a de Coroa Vermelha. Criada no início da década de 1970, hoje se configura no principal pólo de comercialização artesanal da etnia pataxó.

“É uma aldeia indígena moderna, formada por casas e ruas pavimentadas, representativa do papel desempenhado por seus moradores no movimento de resistência cultural indígena”, explica o gestor de artesanato do Sebrae Bahia, Enivaldo Piloto, que conduziu várias oficinas de capacitação voltadas aos índios artesãos. Daí para muitos se tornarem empreendedores individuais foi um pulo.

Foi o caso de João da Conceição dos Santos, 55 anos, artesão há quase 30. Colheres e conchas de coco e petisqueiras de madeira são sua especialidade. “Faço cerca de 30 peças diferentes. Adoro a minha profissão”, relata, com orgulho. Ele se tornou um empreendedor individual porque estava encontrando dificuldades para vender seus produtos a lojas grandes, fora da Costa do Descobrimento, já que não podia fornecer nota fiscal. João fabrica suas peças numa oficina caseira nos fundos da própria casa. Dos cinco filhos homens, três trabalham com ele. “É uma tradição que vai passando de pai para filho, e da qual temos muito orgulho”, ressalta.

Artesão há 20 anos, Moacir Alves, 38, é especialista em arco e flecha. A vontade de crescer foi o principal motivo para a adesão ao Empreendedor Individual (EI). Dono de uma loja no Shopping Indígena Pataxó desde 2000, só agora ele trabalha dentro da legalidade. Tanto que não apenas vende suas próprias peças, mas também o artesanato produzido por vários colegas que não têm um ponto próprio.

O filho do pajé Itambé, Antonio Matos, 37, já nem lembra mais quando começou a fazer artesanato. “Foi há 30 anos ou mais, porque eu era criança quando comecei a produzir”, lembra o artesão, que também aderiu ao Empreendedor Individual.

A comunidade indígena de Coroa Vermelha só agora tem o primeiro contato com os benefícios do EI. Mas muito do sucesso e adesão ao programa lá é mérito da Cooperativa de Artesanato Pataxó, cujo presidente, José Roberto de Jesus, é um dos mais entusiasmados defensores do programa. “Dou a maior força”, afirma ele, que abriu seu ponto no comércio indígena já totalmente legalizado.

“Eu incentivo os associados da cooperativa porque, aderindo ao EI, ele terão mais acesso ao mercado para comprar matéria-prima e revender suas peças para lojas de fora”, explica. “A gente fez uma campanha aqui e deu muita gente na reunião, e a maioria prometeu aderir ao EI. Queremos que todos da cooperativa sejam legalizados e também os outros artesãos que não fazem parte dela”, resume.

Os pataxós são mestres em novas artes que valorizam o sentido de pertencimento do seu povo, do orgulho de ser índio. Sementes, cocos de palmeiras nativas como tucum, pati e piaçava são empregados na produção de adornos para o corpo e objetos utilitários que alcançaram qualidade ímpar, destacando-os e representando-os perante a produção de outras etnias.

De acordo com Enivaldo Piloto, as oficinas para o aperfeiçoamento da atividade artesanal da aldeia realizadas pelo Sebrae Bahia permitiram a elaboração de um plano de trabalho compreendendo a formulação de estratégias coerentes que revelassem a riqueza e a importância dos artesãos na cultura local, com base na sua articulação e na organização da atividade na região.

Os produtos artesanais de Coroa Vermelha são autênticas peças da criatividade do povo pataxó. Tanto que os artesãos, junto com outros da Costa do Descobrimento, se preparam para uma exposição em Salvador, ainda este ano. Eles querem mostrar os resultados de dois anos de capacitações do Sebrae e que serão apresentados num livro de edição luxuosa que será lançado junto com a exposição.

Serviço:
Sebrae na Bahia – (71) 3320-4300
Central de Relacionamento Sebrae – 0800-570-0800

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Artesãos de Porto Velho tem oficina de design

A proposta da ação é consolidar a identidade cultural do município na produção do artesanato, estabelecendo-o como negócio


Um grupo de 16 artesãos de Porto Velho participa, a partir da próxima segunda-feira [26], de oficina de design em artesanato. A proposta é tonificar trabalho de forma integrada, agregando valor cultural às peças que tem como matérias primas madeira e sementes.

A capacitação é uma iniciativa do Projeto Inovação no Artesanato de Porto Velho, desenvolvido pelo Sebrae em parceria com a prefeitura de Porto Velho, através da Semdestur [Secretaria de Desenvolvimento Econômico Social e Turismo].

Segundo Carolina Carneiro, gestora do projeto, “a meta é agregar não apenas valor às criações do artesanato, mas também unir a área com setores igualmente importantes para a economia local, como o turismo de negócios”.

Durante a oficina, que vai até dia 30 de julho, na marcenaria J. F. Artes Móveis, também parceira do projeto, estará sendo explorada a melhoria da qualidade e criação de novos produtos pelos 16 participantes – alguns ligados a cooperativas ou associações; e outros não –, agregando a eles valores históricos e culturais de Porto Velho.

“Atualmente o artesanato em madeira e sementes de Porto Velho tem boa aceitação fora de Rondônia. Isso quer dizer que pode ter ampliação de mercado pela iconografia empregada e também pela qualidade”, esclarece Carolina, técnica do Sebrae. Ela cita como exemplo peças decorativas e lembranças com a marca expressa e que identifique: ‘este é de Porto Velho’.

Restrita aos artesãos participantes do projeto e que trabalham com madeira e sementes, a oficina será ministrada pela instrutora Rosani Menezes, que há 30 anos atua na área e pretende, ao final da capacitação, reunir as peças fabricadas em publicação, além de uma rodada de negócios até o final de 2010.

Serviço:

Central de Relacionamento Sebrae – 0800 570 0800

Mandalas: sucesso absoluto na VI Feincartes

Por Redação Multimídia ES Hoje (redacao@eshoje.com.br).

As mandalas, de tamanhos e formas variados, estão sendo peças de decoração das mais procuradas na VI FEINCARTES - Feira Internacional de Artesanato e Decoração Artesanal - que nesta sexta-feira (23) entra em seu oitavo dia, no estacionamento do Centro de Artes da UFES, na Avenida Fernando Ferrari, em Vitória. A Feira ingressa em sua reta final, já que domingo (25) será o último dia de exposições.

E, sem dúvidas, um dos expositores que mais se destacam na Feira neste setor é Juliana Zandonaide, de Uberaba (MG), que expõe ainda pequenos quadros e caixas de madeira utilizando fibras e metal.

A expositora destaca que iniciou o seu trabalho somente com madeira. Depois começou a desenvolver painéis, alguns até com dois metros de altura. Os materiais usados agora vão desde papel machê a bambu, passando por filtros de café e até chifres. "É uma imensa diversidade", destacou.

Juliana tem uma equipe que desenvolve a parte relativa à madeira. Mas todo o design é de sua responsabilidade. "Eu quem desenho. Tenho a minha marcenaria que faz toda a parte externa dos meus quadros. A pintura, muitas vezes, é feita com tinta automotiva. É resistente, fina, não descasca e torna a obra uma peça mais sofisticada", disse.

Suas mandalas possuem preços e tamanhos variados. As maiores e mais "trabalhadas" custam em torno de R$ 1.800,00. Mas para a FEINCARTES ela avisa que trouxe peças para "todos os bolsos".

Curiosamente, a artesã jamais repete uma peça. "Atualmente, no Brasil todo, as mandalas são procuradas como peças de decoração de casas ou empresas dos mais variados padrões e níveis econômicos", afirmou.

"É a minha primeira vez na FEINCARTES em Vitória. O movimento está me surpreendendo positivamente", destacou a mineira de Uberaba.

A sexta edição da Feira Internacional de Artesanato e Decoração Artesanal (FEINCARTES) será realizada até domingo (25). Mais de 20 expositores internacionais, representando 14 países, estão participando, assim como mais de 100 expositores de 14 Estados brasileiros.

A FEINCARTES é um evento com imenso sucesso em metrópoles e várias cidades de grande projeção do país. Serão 135 estandes com as mais diversas novidades em objetos de decoração, acessórios e confecções.

Participam expositores dos seguintes países: Emirados Árabes, Gana, Índia, Itália, Indonésia, Japão, Marrocos, Paquistão, Peru, Quênia, Tailândia,Tunísia e Turquia.

E dos Estados brasileiros: Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Costureira troca a confecção pelo artesanato

20.07.2010 | 04:56

24 Horas  News

Sebrae

Redação 24horasnews

A história do artesanato começou na vida de Antonieta Freitas Garcia, de 50 anos, quando ela decidiu fazer as forminhas de bombons para o casamento da filha. Depois disso, pintou quadros e conseguiu fazer a carteirinha de artesão. Ela garante que sua vida mudou completamente depois que optou pelo artesanato

Há dois anos fazendo artesanato, ela conta que atualmente sua renda é bem maior do que quando trabalhava como costureira. Esta semana Antonieta vendeu dezenas de peças durante o encontro dos representantes da Associação Nacional de Presidentes de Juntas Comerciais (Anprej). O seu quiosque foi destaque no evento.

Antonieta faz parte do Programa de Artesanato Mato-grossense, comandado pela Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) em parceria com o Serviço de Apoio Brasileiro às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae/MT).

Com a carteirinha de artesão nas mãos, Antonieta começou a deixar os trabalhos na Casa do Artesão para serem vendidos. "A partir de então fui convidada para participar de várias feiras e exposições".

Este ano, a artesã já expôs e vendeu seus produtos no Festival de Inverno, em Chapada dos Guimarães, na Expoagro e no Festival de Pesca em Cáceres. "Recebemos apoio da Sicme e do Sebrae e não pagamos para expor nossos produtos. Isso é importante e nos incentiva a continuar trabalhando".

Antonieta conta que o estimulo vem dos elogios. "Mesmo não comprando o meu produto, fico feliz com a satisfação dos clientes. Isso mostra que meu trabalho é de boa qualidade".


Fonte: ASN

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Flores de ferro, artesanato de alta qualidade, são atração na Feincartes

Flores de ferro esculpidas utilizando somente as mãos e uma técnica apurada em mais de dez anos de prática, além de muita imaginação.

Por Redação Multimídia ES Hoje (redacao@eshoje.com.br).

É de Tiradentes (MG) que veio um dos estandes mais visitados da VI FEINCARTES - Feira Internacional de Artesanato e Decoração Artesanal - que nesta quarta-feira (21) entra em seu sexto dia, no estacionamento do Centro de Artes da UFES, na Avenida Fernando Ferrari, em Vitória.

As flores são criadas por Geraldo Honorato de Farias que não esconde o imenso prazer de colocar em prática sua técnica.

"Só é possível realizar este trabalho porque temos experiência, gabarito. Realmente não é muito fácil. Nós usamos as nossas mãos. Para se ter idéia, máquinas não temos. Nossa técnica é totalmente artesanal. Cortamos e usamos também solda e tinta no acabamento", destacou.

O estande comercializa também molduras para espelho, mandalas, quadros e outros produtos, que variam de R$ 15,00 a R$ 350,00.

Geraldo destaca que o seu artesanato é muito bem aceito em Vitória. "O povo capixaba sempre nos recebeu muito bem. A FEINCARTES é uma das melhores Feiras do país neste segmento. Venho pela terceira vez e quero voltar em 2011", afirmou.

A sexta edição da Feira Internacional de Artesanato e Decoração Artesanal (FEINCARTES) será realizada até domingo (25). Mais de 20 expositores internacionais, representando 14 países, estão participando, assim como mais de 100 expositores de 14 Estados brasileiros.

A FEINCARTES é um evento com imenso sucesso em metrópoles e várias cidades de grande projeção do país. Serão 135 estandes com as mais diversas novidades em objetos de decoração, acessórios e confecções.

Participam expositores dos seguintes países: Emirados Árabes, Gana, Índia, Itália, Indonésia, Japão, Marrocos, Paquistão, Peru, Quênia, Tailândia,Tunísia e Turquia.

E dos Estados brasileiros: Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Fonte: ES Hoje

SIC une artesanato e turismo para divulgar Goiás

A Central do Artesanato de Goiás da SIC expõe mais de 500 peças para mostra e comercialização na reunião da Associação Nacional de Secretários e Dirigentes de Turismo das Capitais e Destinos Indutores - Anseditur, de hoje até sábado no Castro’s Park Hotel, em Goiânia. O evento reune representantes de todo o País em torno de discussões sobre turismo. A exposição tem representantes de municípios com forte apelo turístico, onde predominam peças em barro e cerâmica, teares, pedrarias e cristais, prata e madeira.

Fonte: Goiás Agora

Palestra mostra ganhos das empresas com as embalagens

21.07.2010 | 11:08

Design

Especialista destaca a importância do sucesso ou do fracasso dos negócios por conta da roupagem de seus produtos

William Jorge Heron

Porto Velho - Investimento rapidamente recompensado. Assim deve ser encarada a contratação de uma empresa ou consultoria sobre embalagens para qualquer tipo de produto. A informação é do especialista em design Vicente Carvalho, que apresenta amanhã (22), em Porto Velho, a palestra “Design de embalagem: o que sua empresa pode ganhar com isso?”.

A palestra ocorrerá na sala 2F da Escola Senai, em Porto Velho, a partir das 19h30, na avenida Farqhuar (2391), bairro Arigolândia. Sem custos, o evento terá vagas limitadas, segundo informa o Sebrae. A palestra é uma parceria da Associação Brasileira de Embalagem, Sebrae, Senai e Sindicato da Indústria de Panificação (Sindipan).

De acordo com a Unidade de Acesso a Mercado e Inovação Tecnológica do Sebrae em Rondônia, a palestra irá mostrar a importância e o diferencial que o design de embalagem pode causar ao produto, que trata-se de um custo rapidamente recompensado e do aumento da visibilidade de produtos.

O mesmo trabalho o Sebrae realizou recentemente em Ariquemes, a 195 km de Porto Velho. “A palestra tem o objetivo de informar aos empresários de micro e pequenas empresas sobre a importância e o diferencial que o design de embalagem causa a seus produtos”, lembra Pedro Teixeira Chaves, superintendente do Sebrae em Rondônia.

Durante a palestra, Carvalho mostrará alguns casos de trabalhos seus e de outros profissionais em design mostrando os dois lados de alguns tipos de embalagens, que podem dinamizar ou prejudicar a movimentação de estoques de mercadorias. “Iremos também mostrar que a embalagem, que tem custo rapidamente absorvido no negócio, faz com que o consumidor tenha maior aceitação a produtos que sejam profissionalmente trabalhados”, explica Carvalho.

Proprietário da empresa Carvalho Design & Comunicação, Vicente Carvalho é formado em publicidade, especializado em design estratégico pelo Instituto Europeu de Design. Atualmente é docente do IED no curso de design de jóias, produtos, interiores e moda, com disciplinas relacionadas à computação gráfica e à apresentação de projetos. Dá aulas nos cursos de pós-graduação de Goiânia e Brasília.

Serviço:

Inscrições e informações no Sebrae, através do telefone (69) 3217-3809/3845, com Maria Solange, Pedro Afonso ou Maria Tereza.

Central de Relacionamento Sebrae – 0800 570 0800

Resíduos da indústria de vestuário viram artesanato em Uberlândia

20.07.2010 | 13:30

Sustentabilidade

Mulheres da cidade do Triângulo Mineiro transformam material da indústria de confecções em peças de bordado, crochê e tricô

Simone Guedes

Divulgação

Peças artesanais com o resíduo da indústria de vestuário e material reciclado

Belo Horizonte - A artesã Sônia Vasconcelos, de Uberlândia (MG), ensina mulheres daquela cidade a produzir peças artesanais com o resíduo da indústria de vestuário e material reciclado. Sônia deixou o emprego de bancária para se dedicar, desde 2008, ao projeto Sinhá Recicla. A iniciativa, apoiada pelo Sebrae em Minas Gerais, gera emprego e renda para 200 artesãs.

Uma vez por semana, às quartas-feiras, Sônia e mais 13 mulheres se reúnem para ensinar cerca de 60 tipos de técnicas artesanais, entre crochê, bordado, tricô, cestaria e tecelagem. A matéria-prima é doada por seis confecções da cidade. O material, que antes ia para o lixo, é transformado em bolsas, colares, tapetes, broches e outros produtos. Segundo Sônia, quase todo o material se recicla e o gasto com linhas e agulhas é dividido. O grupo produz 1,5 mil peças por mês, que custam entre R$ 5 e R$ 130.

De olho no mercado, as 13 artesãs procuraram o Sebrae para melhorar a qualidade dos produtos. Elas participam do Programa Sebrae de Artesanato e recebem consultoria em design, capacitações em técnicas de vendas, cooperação, atendimento e ampliação de mercado, com participações em feiras.

Em julho, o grupo foi ao Encontro de Negócios do Brasil Central, em Uberlândia. Elas negociaram com compradores nacionais e internacionais. Uma empresa americana comprou 250 kits de bucha vegetal para banho. Compradores suíços e alemães também mantêm contato com o grupo.

Serviço:
Projeto Sinhá Recicla
Aulas às quartas-feiras
Das 14h às 17h
Incubadora de Empresas da UFU
Avenida Francisco Vicente Ferreira, 560, Santa Mônica

Fontes
Sônia Vasconcelos (artesã) – (34) 9685-6000
Fabiana Queiroz (analista do Sebrae em Uberlândia) - (34) 3216-2677
Sabrina Campos (analista da Unidade de Comércio, Serviços e Artesanato do Sebrae em Minas Gerais) – (31) 3379-9167

Assessoria de Imprensa do Sebrae em Minas Gerais
(31) 3379-9275 / 9276

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Artesanato Correto

Resíduos de confecções geram oportunidades para mulheres do Triângulo Mineiro

Simone Guedes

A artesã Sônia Vasconcelos, de Uberlândia, ensina mulheres daquela cidade a produzir peças artesanais com o resíduo da indústria de vestuário e material reciclado. Sônia deixou o emprego de bancária para se dedicar, desde 2008, ao projeto Sinhá Recicla. A iniciativa, apoiada pelo SEBRAE-MG, gera emprego e renda para 200 artesãs.

Uma vez por semana, às quartas-feiras, Sônia e mais 13 mulheres se reúnem para ensinar cerca de 60 tipos de técnicas artesanais, entre crochê, bordado, tricô, cestaria e tecelagem.



A matéria-prima é doada por seis confecções da cidade. O material, que antes ia para o lixo, é transformado em bolsas, colares, tapetes, broches e outros produtos. Segundo Sônia, quase todo o material é reciclado e o gasto com linhas e agulhas é dividido. O grupo produz 1.500 peças por mês, que custam entre R$ 5 e R$ 130.



De olho no mercado, as 13 artesãs procuraram o SEBRAE-MG para melhorar a qualidade dos produtos. Elas participam do Programa Sebrae de Artesanato e recebem consultoria em design, capacitações em técnicas de vendas, cooperação, atendimento e ampliação de mercado, com participações em feiras.



Em julho, o grupo participou do Encontro de Negócios do Brasil Central, em Uberlândia. Elas negociaram com compradores nacionais e internacionais. Uma empresa americana comprou 250 kits de bucha vegetal para banho. Compradores suíços e alemães também mantêm contato com o grupo.


Projeto Sinhá Recicla
Aulas às quartas-feiras
Das 14h às 17h
Incubadora de Empresas da UFU
Avenida Francisco Vicente Ferreira, 560, Santa Mônica


Fontes
Sônia Vasconcelos (artesã) – (34) 9685-6000
Fabiana Queiroz (analista do SEBRAE-MG em Uberlândia) - (34) 3216-2677
Sabrina Campos (analista da Unidade de Comércio, Serviços e Artesanato do SEBRAE-MG – (31) 3379-9167

Assessoria de Imprensa do Sebrae-MG
(31) 3379-9275 / 9276

Fotos: Mauro Marques

terça-feira, 20 de julho de 2010

Programa de Artesanato Mato-grossense faz costureira trocar a confecção pelo artesanato

18.07.2010 | 17:16

Primeira  Hora - MT

Sebrae

por Da Redação - Primeira Hora

A história do artesanato começou na vida de Antonieta Freitas Garcia, de 50 anos, quando ela decidiu fazer as forminhas de bombons para o casamento da filha. Depois disso, pintou quadros e conseguiu fazer a carteirinha de artesão. Ela garante que sua vida mudou completamente depois que optou pelo artesanato.

Há dois anos fazendo artesanato, ela conta que atualmente sua renda é bem maior do que quando trabalhava como costureira. Esta semana Antonieta vendeu dezenas de peças durante o encontro dos representantes da Associação Nacional de Presidentes de Juntas Comerciais (Anprej). O seu quiosque foi destaque no evento.

Antonieta faz parte do Programa de Artesanato Mato-grossense, comandado pela Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) em parceria com o Serviço de Apoio Brasileiro às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae/MT).

Com a carteirinha de artesão nas mãos, Antonieta começou a deixar os trabalhos na Casa do Artesão para serem vendidos. "A partir de então fui convidada para participar de várias feiras e exposições".
Este ano, a artesã já expôs e vendeu seus produtos no Festival de Inverno, em Chapada dos Guimarães, na Expoagro e no Festival de Pesca em Cáceres. "Recebemos apoio da Sicme e do Sebrae e não pagamos para expor nossos produtos. Isso é importante e nos incentiva a continuar trabalhando".

Antonieta conta que o estimulo vem dos elogios. "Mesmo não comprando o meu produto, fico feliz com a satisfação dos clientes. Isso mostra que meu trabalho é de boa qualidade". (Com assessoria)

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

segunda-feira, 19 de julho de 2010

A arte popular para carioca ver

16.07.2010 | 10:02

O Globo -  RJ

Sebrae

Centro de artesanato na Praça Tiradentes oferece cursos, oficinas, biblioteca e exposições

João Sette Camara

Às vezes acho que conheço o Centro como a palma da minha mão. Mas sempre que tenho esses momentos de suposta onisciência, o bairro me surpreende. Minha última descoberta é o Centro de Referência do Artesanato Brasileiro (Crab). Uma iniciativa do Sebrae, ele compreende três prédios (dois ainda em reforma), na Praça Tiradentes, e tem como objetivo incrementar a exposição do artesanato brasileiro e sua comercialização, além de capacitar artesãos. Para tanto, oferece cursos, oficinas e biblioteca temática, além de mostras.

Atualmente (e até o dia 23), estão expostos produtos do projeto Os Encantadores de Sucata, formado por artistas e comunidades de artesãos de Santa Teresa. E o melhor é que os produtos estão à venda. Entre os objetos, há maquetes de casas feitas de papelão (cerca de R$ 25); chaveiros de toy art (R$ 15), broches de flores de pano (R$ 5) e bonecos de sucata (a partir de R$ 15). De outros artistas, há luminárias, quadros, bonecos, móveis, acessórios e objetos de decoração que valem ver e comprar. E viva o artesanato brasileiro, que, cada vez mais se profissionaliza.

Centro de Referência do Artesanato Brasileiro: Praça Tiradentes 71, Centro — 3380-1850.
Seg a sex, das 9h às 18h. Grátis.

Fonte: Agencia Sebrae de Notícias



Oficinas de arte despertam talento e revelam vocações

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Artesãos de Castelo do Piauí se capacitam para a Cachaça Fest

13.07.2010 | 12:18

Peças em couro

Objetivo do treinamento é que os trabalhadores possam aprimorar ainda mais suas obras para o evento que acontece a partir de 30 de julho

Thays Teixeira e Antônia Pessoa

Teresina - Vários treinamentos serão realizados ainda este mês junto a artesãos de Castelo do Piauí, cidade localizada a 190 quilômetros ao norte de Teresina. Essas capacitações têm foco na melhoria do artesanato em couro produzido naquela cidade, de forma que os produtos que serão apresentados no evento Cachaça Fest tenham maior aceitação e competitividade.

Somente para o setor de artesanato acontecerão, até o fim deste mês, três oficinas. “A realização desses cursos visa aprimorar e desenvolver novos produtos para a feira de artesanato do Cachaça Fest”, relata a gestora do Projeto de Artesanato do Sebrae no Piauí, Rosa de Viterbo.

Após as oficinas, os artesão participarão de uma consultoria para avaliar e fortalecer os resultados das capacitações. “A idéia é que, este ano, os artesãos resgatem a riqueza do trabalho em couro produzido em Castelo, utilizando as técnicas e a criatividade empregadas para a confecção das peças apresentadas nas últimas edições da Casa Piauí Design”, conta a gestora.

A sexta edição do Cachaça Fest acontecerá no período de 30 deste mês a 1º de agosto de 2010, na Praça Aluísio Lima, em Castelo do Piauí. O evento reunirá os segmentos do turismo, agronegócio, cultura e artesanato.

A cidade

Castelo do Piauí guarda uma das belezas mais atraentes do Piauí: a Pedra de Castelo, um monumental bloco de pedras que se assemelha a um castelo medieval. A cidade foi elevada à condição de município em 1948. Os princípios de sua história datam da época do Brasil Colonial.

O município, que tem uma população de 20 mil habitantes, está inserido na microrregião de Campo Maior. Por ele passa o rio Poti, que dá origem a cânions de extrema beleza.

O produto mais significativo para a economia da cidade é a cachaça. As principais marcas são a Mangueira, Xodozinha e Mineirinha. Atualmente, a lapidação e a exportação da Pedra de Castelo também contribuem para o desenvolvimento econômico do município.

Serviço:
Unidade de Marketing e Comunicação do Sebrae no Piauí: (86) 3216-1356
Gerente: Graça Batista – (86) 9405-4498

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Gastronomia e artesanato misturados no Bonecos de Barro

Publicado em 08.07.2010, às 13h48

Do JC Online
Os \
Os "engana-fome", petiscos que podem vir antes da entrada no Bonecos de Barro
Foto: Gustavo Belarmino

Quando as sócias Glaucia Pyrrho e Patrícia César decidiram apostar na gastronomia, a primeira e mais óbvia ideia foi montar um restaurante. O tipo de culinária já estava decidido. Seria aquela autêntica pernambucana, que passeia pela carne de bode, sarapatel e arrumadinho... Inspiração que foi maturada durante algum tempo pelas duas, sobrinha e tia, respectivamente.

Com tudo amadurecido, o projeto terminou ganhando os ares de um mix que não para de crescer: no Bonecos de Barro, simpática casa no bairro do Rosarinho, o público vai encontrar restaurante, café, tapiocaria, lojinha de artesanato - e as donas já estudam implementar até oficinas de arte no espaço. Este, aliás, conta com duas áreas externas (uma delas uma espécie de varanda super agradável para um fim de tarde) e outra nos fundos, onde ficam o jardim, área de brinquedos infantis e a loja.

O Bonecos de Barro não tem a pretensão da alta gastronomia. Tanto que prefere manter em sigilo - por enquanto - a mão que comanda as caçarolas e monta o cardápio. Mas ali se executa bem pequenas delícias que soam aos pernambucanos muito familiares. Como por exemplo os "engana fome", tradução livre para os tradicionais aperitivos ou "amuse-bouche".

http://www2.uol.com.br/JC/HTML_PORTAL/cultura/imagens/ambientes_bonecos.jpg
Ambientes e detalhes da decoração do Bonecos de barro

São mini-porções (embora bastante generosas) que vão de casquinhos de aratu e caranguejo, sarapatel de bode e sururu, além dos caldinhos. Todos devidamente acondicionados em panelinhas rústicas garimpadas no interior do Estado. "A gente chegou ao nome da casa viajando para comprar os utensílios, quando vimos que em todo lugar os bonecos de barro eram marcas muito fortes". Além dos pratos adquiridos nas cidades, várias obras de artistas como Vitalino e Galdino estão espalhadas na decoração", contou Glaucia, que resolveu ampliar a proposta.

http://www2.uol.com.br/JC/HTML_PORTAL/cultura/imagens/fritada_bonecos.jpg
Fritada com purê e arroz, uma das opções do cardápio

PRATOS - As fritadas acompanhadas de um feijão caseiro e arroz são figuras de destaque. Elas podem vir como entradinhas ou figurando nos pratos principais, com o recheio à escolha do cliente. Tem de bacalhau, charque, carne de sol ou camarão. Apesar de ter várias outras referências à pernambucanidade - como buchadinhas de bode e a rabada (R$ 14,90), o carro chefe da casa é mesmo o arrumadinho. E podem ser de charque desfiada ou carne de sol. Aqui também aparece na versão em tirinhas, em vez do tradicional cubinho. Difícil escolher. A porção é bastante generosa e, a depender da fome, pode servir duas pessoas. Outro fator é que no Bonecos se come bem a um preço bastante justo. Os pratos mais caros do cardápio custam R$ 16,90.

http://www2.uol.com.br/JC/HTML_PORTAL/cultura/imagens/arrumadinho_bonecos.jpg
Arrumadinho de charque, com arroz e feijão verde. Farofa vem temperada com bacon

TAPIOCARIA - São mais de 16 opções das iguarias de massa branquinha e recheio farto, custando de R$ 1,90 a R$ 5,90. Entre as que já caíram no gosto do público - mesmo a casa tendo apenas 2 meses e meio de estrada - estão as que levam charque e queijo coalho (R$ 4,20) e charque com tomate seco (R$ 4,60). E um "quê" da tapiocaria é que você ainda pode compor com o recheio da sua preferência. Dizem por aí que a próxima a entrar no cardápio será a de sardinha. Ah, e tem também as doces, com a de brigadeiro entre as queridinhas.

http://www2.uol.com.br/JC/HTML_PORTAL/cultura/imagens/sobremesa_bonecos.jpg
Entre as sobremesas, não deixe de experimentar a cartola com queijo de manteiga e sorvete de creme

Serviço

Bonecos de Barro
Rua Desembargador Martins Pereira, 73- Rosarinho
Fone: 3242.2166
De terça a domingo, das 11h30 às 22h

Fonte: JC Online

A chita esta na moda

11 de julho de 2010 -

Tecido ganha as passarelas em criações de grandes estilistas, conquistando o público do Salão de Artesanato da PB


Tecido de algodão, cujas principais características sãos as grandes estampas florais e suas tramas simples, a chita passou da confecção de cortinas, fronhas e lençóis por pessoas de menor poder aquisitivo para as passarelas com roupas e acessórios criados por renomados designers brasileiros.















Chita em viés com aplicações de labirinto e paetês
Fotos: Marcelo Soubhia


No 12º Salão de Artesanato Paraibano, realizado duante o Maior São João do Mundo, em Campina Grande, Paraíba, a chita foi apresentada em grande estilo através de um desfile com roupas femininas e acessórios feitos com o tecido agregado a diversas tipologias artesanais como a renda renascença, o labirinto, o macramê e o bordado hardanger. Foram peças criadas pelos designers mineiros Ronaldo Fraga e Iuri Sarmento, pela paulista Liana Bloisi, pelo carioca Renato Imbroisi e pelos paraibanos Haendel Melo, Ari Rodrigues e Benigna Leal Melo.

A coleção foi composta de vestidos, shorts, saias, colares, bolsas tipo carteira e big bag criadas por esses designers e confeccionadas pelas artesãs de diversos municípios paraibanos.Esse trabalho foi o resultado de várias capacitações que o Programa de Artesanato Paraibano e o Sebrae realizaram desde o início do ano até junho junto a esses artesãos, trazendo para ministrar as oficinas os designers Renato Imbroisi, Ronaldo Fraga e Iuri Sarmento. Renato trabalhou a chita criando novas possibilidades em acessórios como bolsas e colares. Ronaldo Fraga agregou a chita a milenar e sofisticada renda renascença produzida no cariri paraibano e Iuri Sarmento resgatou o bordado hardanger, há muito esquecido na produção de moda, criando novos desenhos com a chita.



Cinto feito com chita e renda renascença
Fotos: Marcelo Soubhia

A ideia de usar a chita foi por conta do tema do Salão que foi "Mãos de Chita", numa homenagem às bordadeiras da Cooperativa Artesanal As Cabritas, da cidade paraibana de Boa Vista, que só trabalham com este tecido na confecção de bolsas e que, após passarem por vários testes de sobrevivência, com o sucesso que seus produtos fazem nos mais importantes eventos de artesanato do país, demonstraram um forte sentimento de empreendedorismo e revelaram que a vontade de um grupo de mulheres simples e humildes do interior nordestino pode chegar a realizar o sonho de viver do seu próprio trabalho, em sua terra natal e melhorar a qualidade de vida de suas famílias.

A produção das Cabritas atualmente está baseada em sua grande maioria em acessórios de moda sendo os mais vendidos as bolsas e carteiras, todas confeccionadas com a técnica do tear manual de prego e macramê. O tecido da chita é cuidadosamente rasgado e vai aos poucos transformando o colorido regional em produtos artesanais de extrema qualidade e beleza.

O desfile, que teve produção do estilista e decorador campinense Haendel Melo, com dez modelos profissionais, das quais quatro já com experiência em passarelas européias, foi assistido por uma platéia que lotou as dependências do Salão de Artesanato admirada em ver que o artesanato quando é de qualidade pode perfeitamente se transformar num produto de moda.

domingo, 11 de julho de 2010

Casa Piauí Design inaugura nova edição

08.07.2010 | 15:45

Criatividade e Inovação

Mostra ficará aberta até o dia 23 de julho, no Teresina Shopping, com trabalhos de profissionais de decoração e arquitetura e artesãos de 13 cidades do estado

Antônia Pessoa

Carlos Algusto

As peças podem ser compradas em loja que funciona no Teresina Shopping, em frente a Praça de Eventos

Teresina - Foi aberta oficialmente na noite de quarta-feira (07), a oitava edição da Casa Piauí Design. Esta edição da mostra envolve o trabalho de 20 profissionais de arquitetura e/ou decoração, e artesãos ligados a 21 cooperativas ou associações de 13 cidades do Piauí: Teresina, Campo Maior, Castelo do Piauí, Floriano, Luiz Correia, Ilha Grande, Buriti dos Lopes, Parnaíba, Pedro II, Coronel José Dias, Monsenhor Gil, União e São Raimundo Nonato.

No local, estão em exposição mais de cem peças de diversas tipologias, como madeira, cerâmica, bordados e rendas, sementes, couro, cestaria e trançados, e tecelagem. A mostra funcionará até o dia 23 deste mês na Praça de Eventos do Teresina Shopping, no horário de 10h00 às 22h00.

“A Casa Piauí é um projeto grandioso, que eu tenho a honra de acompanhar desde a primeira edição. Gostaria de parabenizar todos os profissionais envolvidos nessa iniciativa, que tem contribuído para que o Piauí mostre a sua cara e ocupe um espaço cada vez mais importante no cenário nacional. Temos uma produção artesanal de qualidade, que se destaca como uma das melhores do país”, disse o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no Piauí, Ulysses Moraes.

A solenidade de abertura, que ocorreu no auditório do Teresina Shopping, contou também com as presenças dos diretores técnico e superintendente do Sebrae no Piauí, Mário Lacerda e Delano Rocha; do superintendente de Desenvolvimento Econômico do Estado do Piauí, Francisco Carlos de Sousa; da presidente da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, órgão ligado à Prefeitura de Teresina, Laurenice França; além de artesãos, profissionais de arquitetura, design e decoração; imprensa e convidados.

Consultoria

Para concepção das peças, que seriam apresentadas este ano, os artesãos receberam a consultoria do arquiteto e designer, Eduardo Barroso, que também foi o responsável pela escolha da proposta que seria trabalhada na mostra. O tema Gastronomia do Sertão foi pensado como forma de valorizar a culinária regional do Nordeste, contribuindo para incrementar também a comercialização das peças e o turismo na região.

“É uma imensa satisfação ver o resultado desse trabalho, que traduz a experiência exitosa da Casa Piauí Design. A perseverança, a dedicação e o profissionalismo de todos os envolvidos na iniciativa têm contribuído para que a produção artesanal do Piauí tenha cada vez mais qualidade e possa competir e se firmar no mercado internacional. Esse é um Estado que tem um dos artesanatos mais significativos do país, sendo a Casa Piauí Design um projeto pioneiro no Brasil”, comentou Eduardo Barroso.

O projeto de ambientação do espaço da mostra foi desenvolvido pela decoradora Lígia Veras. Uma arrojada estrutura de iluminação, que destaca a riqueza e criatividade das peças, tem chamado a atenção do público. Arranjos de flores tropicais dão cor ao espaço, alinhados a uma perfeita mistura de estilos e padrões de decoração e ambientação.

A presidente da Cooperativa de Artesanato do Poti Velho, Cooperart Poti, Raimunda Teixeira da Silva, falou em nome de todos os artesãos envolvidos na mostra, destacando a responsabilidade de representá-los na ocasião.

“É um prazer enorme falar em nome de todos os artesãos. Gostaria de parabenizar o Sebrae pela iniciativa, que ao longo desses oito anos tem contribuído para agregar valor a produção artesanal do Estado. O que nós vemos na mostra é resultado do esforço de muitos artesãos. É um trabalho árduo, mas que vale a pena. Melhoramos muito, mas podemos ter ainda mais qualidade na produção”, falou Raimundinha, como é mais conhecida a presidente da Cooperart Poti.

Os visitantes, além de apreciar a beleza das peças, também podem comprá-las em loja que funciona no Teresina Shopping, em frente ao espaço da mostra, sob a responsabilidade do Programa de Desenvolvimento do Artesanato Piauiense (Prodart), do governo do estado.

A Casa Piauí Design 2010 é uma ação do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Piauí; em parceria com o governo do estado, através do Prodart; prefeituras dos municipais e Instituto Walmart.

Serviço:
Unidade de Marketing e Comunicação do Sebrae no Piauí: (86) 3216-1356
Gerente: Graça Batista – (86) 9405-4498

sábado, 10 de julho de 2010

Confecção une produção fabril e artesanal e comemora 44 anos de mercado


A Fernando Maluhy Tecidos atua com patchwork, retalhos de tecidos e artesanato

Por Ricardo F. Santos
  Divulgação
Bernardo e seu pai, Fernando, fundador da Fernando Maluhy Tecidos, empresa com 44 anos de mercado

Fundada em 1966 em São Paulo, a Fernando Maluhy Tecidos começou vendendo tecidos para forrar embalagens. Pouco tempo depois, passou a ser representante de uma empresa japonesa, a Kanebo, que fornecia tecidos de algodão para Europa e Estados Unidos. Por 30 anos a parceria foi mantida. Em paralelo, a Fernando Maluhy passou a vender as sobras dos tecidos destinados à exportação e percebeu que havia uma oportunidade ao confeccionar produtos infantis. “Em meados da década de 1980 percebemos uma oportunidade e começamos a produção de desenhos exclusivos para comercializar no mercado interno”, conta Bernardo Maluhy, 34, filho de Fernando, fundador da empresa. “No início, o foco era confecção infantil. Depois, começamos a ser procurados por mercados voltados para o artesanato, decoração e moda feminina”, diz Bernardo.

No fim da década de 1990 a Kanebo fechou as portas e, assim, teve fim a parceria entre as duas empresas. Para sobreviver no mercado, a Fernando Maluhy teve que passar a atender diretamente o pequeno comerciante - atacado e varejo. “Tivemos que mudar nossas atividades: criamos uma equipe de desenvolvimento, fizemos prospecção de tendências de moda e de outros mercados. Aí começamos a caminhar praticamente sozinhos”, afirma Bernardo.

Hoje, a receita da empresa é proveniente de vários nichos: 25% da confecção infantil, 25% do artesanato em geral, 15% da produção de itens voltados para a indústria da decoração, 15% do patchwork e o resto é proveniente da atuação em moda feminina e outros segmentos.

Em julho de 2010, a Fernando Maluhy completou 44 anos, com cerca de 50 funcionários, e um crescimento de 15% ao ano. O que fez a empresa ir tão longe, de acordo com Bernardo, foi a produção meio artesanal, meio fabril. “Essa estratégia permitiu que passássemos por diferentes momentos da economia, em que se valoriza o artesanato, geralmente em momentos de crise e maior desemprego, e quando a confecção se torna mais rentável”, diz ele.

Fonte: PEGN

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Brinquedos artesanais encantam crianças na Fenearte

Época de férias é período de brincadeiras que, em pleno século 21, são quase sempre virtuais; pais e avôs ajudam a resgatar os brinquedos antigos

Da Redação do pe360graus.com

Reprodução / TV Globo

Foto: Reprodução / TV Globo

Na época de férias da escola, as crianças dão uma pausa nos estudos e só querem se divertir. E se os pais não tomarem cuidado, elas passam horas em frente ao computador. Um bom passeio é pela Feira Nacional de Artesanato (Fenearte). Elas podem ver brinquedos feitos à mão, que estimulam a imaginação.

Na Feneart o universo artesanal diverte a criançada. Eles podem não piscar, falar, mas são irresistíveis. O brinquedo artesanal provoca na criança um processo afetivo, diferentemente da diversão tecnológica, pois os pequenos precisam estimular a criatividade, inventar uma história e viajar nela.

A magia dos brinquedos artesanais explica a permanência por gerações e a produção constante dos artesãos, mesmo com tamanha concorrência tecnológica. O preços são variados. Encontram-se brinquedos até por R$ 2.

“Eu fico brincando com os meus carrinhos de corrida que eu tenho lá. É mais divertido que o videogame, porque o videogame tem que ficar sentado jogando e o carrinho tem que ficar brincando andando”, contou Joaquim Montagnier, de apenas 4 anos.

Mas não são apenas as crianças que mergulham nesse mundo de cores e simplicidade. Pais e vovós aproveitam para passear e recordar. “Brincava de bola de gude, pião, papagaio. Hoje, a gente não vê tanto, porque as crianças estão mais voltadas para a eletrônica”, disse o encarregado de almoxarife, Flávio Magalhães.

Os brinquedos feitos à mão nunca vão deixar de existir e encantar os pequenos se houver um adulto para dar uma forcinha. “Gostava muito de brincar, e estou levando um brinquedo para o meu neto”, falou a professora, Teresa Cristina Dantas.

A Fenearte vai até domingo (11), das 10h às 22h. É no pavilhão do Centro de Convenções, em Olinda. Os ingressos custam R$ 6, e estudante paga a metade.


Rodadas de negócios da Fenearte atendem as expectativas

08.07.2010 | 18:55

Em Pernambuco

As negociações entre compradores e artesãos na Feira Nacional de Artesanato geraram vendas no valor de R$ 3,703 milhões

Lorena Rocha

Agência Rodrigo Moreira

Rodada de Negócios durante a 11ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato

Recife - Com o objetivo de aproximar empreendedores do segmento de artesanato e grandes compradores, o Sebrae em Pernambuco realizou, nos dias 5 a 7 de julho, a Rodada de Negócios da 11ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), que prossegue até domingo (11) no Centro de Convenções de Olinda.

O resultado da rodada atendeu às expectativas, gerando com um volume de negócios de R$ 3,703 milhões em compras realizadas no local e perspectivas de negócios futuros para os próximos 12 meses. Ao todo foram realizados 360 encontros entre 25 compradores e os expositores (artistas, artesãos, comerciantes de artesanato e outros).

Entre os lojistas estava a empresária Ângela Wright, do Ármazen 13, de Brasília. Ela se disse surpresa com a feira, que resumiu como “espetacular”. Há quatro anos, Ângela esteve no evento, mas desta vez achou que melhorou 100%. “Fiz vários negócios e excelentes contatos, além de ter reencontrado artesãos com que já trabalhava. Encontrei uma variedade grande de produtos e comprei até mais do que devia”.

A empresária trocou a mesa do estande da rodada pelo contato direto no estande dos artesãos, onde negociou e escolheu cada produto. O resultado dessa participação foi uma rede de contatos maior e o estabelecimento de negociações que vão render frutos de longo prazo.

A empresária da loja Velho Chico, Ana Sales, também esteve no evento para negociar produtos e saiu satisfeita com o que viu. A intenção dela era identificar novos produtos, com diferenciais e bons preços. “Vim para encontrar novidades artesanais e produtos diferentes. A quantidade de itens e a variedade proporciona isso”.

Para Solange Veloso, artesã do município de Belo Jardim que trabalha com couro de bode, esta foi uma excelente oportunidade de contato com lojistas. O produto dela foi escolhido por dois compradores para negociação e a expectativa é que o acordo fechado possa render frutos durante todo o restante do ano.

De acordo com a gestora do projeto de artesanato do Sebrae Pernambuco, Fátima Gomes, o principal objetivo da rodada foi aproximar o artesão do comprador, para que haja, além da negociação, uma troca de informações e de notícias do mercado. De acordo com ela, a atuação do Sebrae não termina com o fim da rodada. A entidade é o elo entre os compradores e os artesãos durante todo o ano ou sempre que necessário. “Muitas vezes, é assim que começa o trabalho do Sebrae junto a algumas comunidades, quando orientamos o artesão e mostramos como podemos ajudá-lo”.

Serviço:
Sebrae em Pernambuco – (81) 2101-8400
Central de Relacionamento Sebrae – 0800-570-0800

Índias se unem em associação de artesanato

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Regulamentação de artesanato vai à Câmara


A regulamentação do exercício da profissão de artesão, proposta em projeto (PLS nº 136/09) do senador Roberto Cavancanti (PRB-PB), foi aprovada ontem, em decisão terminativa, pela CAS e vai ao exame da Câmara. O projeto recomenda ainda a oferta de linha de crédito para financiar a compra de matérias-primas, equipamentos e a comercialização da produção. Propõe também a criação de certificado de qualidade dos produtos artesanais, a organização de cursos de capacitação e a criação, pelo Executivo, da Escola Técnica Federal do Artesanato.

Feira é muito mais do que um espaço para vendas

Numa feira pode-se obter, gratuitamente, opiniões sobre os produtos expostos, sobre a imagem da empresa expositora, sobre como é vista pelos clientes, preços etc. Leia dicas importantes para aproveitar as feiras para alavancar seu negócio, no site de artesanato do SEBRAE.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Inscrições abertas para exposição de artesãos no Promadeira 2010

06.07.2010 | 18:17

Clic  Hoje - Sorriso - MT

Sebrae

ClicHoje com Assessoria

Começam hoje (06 de julho), as inscrições para que os artesãos e artistas, que atuem com reaproveitamento de madeira em suas produções, participem e exponham seus produtos no PROMADEIRA 2010. As inscrições são gratuitas e vão até dia 20 de julho. Os escolhidos poderão expor gratuitamente em um estande de seis metros quadrados. Ao todo estão sendo disponibilizados 29 estandes localizados no Salão de Artesanato. A sétima edição da Feira Promadeira será realizada em Sinop, de 25 a 28 de agosto. Saiba mais...

terça-feira, 6 de julho de 2010

Artesanato pernambucano deve movimentar R$ 3,7 milhões em rodada de negócios

05.07.2010 | 16:15

Oportunidade

O encontro começou nesta segunda-feira (5), no espaço da 11º Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), que prossegue até domingo (11) no Centro de Convenções de Pernambuco, em Recife

Regina Xeyla

Fabio Rodrigues Pozzebom/Abr
Três dias de rodada garantem a venda da produção pelo restante do ano

Brasília - Gerar aproximadamente R$ 3,7 milhões em negociações. Essa é a meta que o Sebrae Pernambuco espera alcançar nos três dias da Rodada de Negócios que começou na tarde desta segunda-feira (5) e prossegue até quarta (7) no espaço da 11º Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), no Centro de Convenções de Pernambuco, em Recife. O encontro comercial contará com 25 lojistas nacionais e artesãos do Estado. A expectativa é que sejam agendados, no mínimo, 400 encontros durante os três dias da rodada.

A gestora do Projeto de Artesanato no Sebrae em Pernambuco, Fátima Gomes, explica que o lojista terá durante cada dia da rodada três horas para circular na feira e agendar seus encontros. “Cerca de 70% dos compradores participam pela primeira vez da feira. Nossa expectativa é que sejam realizados 400 encontros e seja alcançado um volume de R$ 3,7 milhões. São números da edição passada da feira e, de fato, esperamos ultrapassá-los. A rodada, em três dias, garante ao artesão vendas de toda a sua produção até o fim do ano”. Participam pela segunda vez da feira as grandes redes de distribuição Pão de Açúcar e Tok Stok.

A Fenearte, considerada um dos eventos mais importantes do segmento na América Latina, prossegue até o dia 11 de julho, no Centro de Convenções de Pernambuco. O evento faz parte do Programa do Artesanato de Pernambuco (Pape) e tem como objetivo colaborar na estruturação da cadeia produtiva do artesanato, estimulando o aproveitamento das vocações de todas as regiões do Estado, além de buscar a preservação da cultura regional.

“A feira é um evento mais do que consolidado do Programa do Artesanato de Pernambuco. É por meio dela que pernambucanos, do litoral ao sertão, conseguem trabalho e renda para o ano todo. Por conta deste evento temos ainda um interessante intercâmbio de trabalhos feitos aqui com o restante do País e o mundo”, explica Jenner Guimarães do Rego, presidente da AD Diper, empresa promotora do evento.

Fátima Gomes conta que o Sebrae participa desde a primeira edição da Fenearte e afirma que o sucesso é garantido entre os artesãos. Ainda segundo ela, a instituição está presente na feira com um estande de 80m², onde são expostos artesanatos de 23 comunidades atendidas pelo Sebrae no Estado. São produtos feitos com fibras de bananeira, de coco e da cana-de-açúcar, além de cerâmica, madeira e crochê. “São cerca de 20 artesãos por grupo. Trabalhamos com eles aspectos que o mercado tem exigido. Ou seja, qualidade, embalagem e produção em grande escala”.

Erimar José Dias, do laboratório O Imaginário, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), está confiante no sucesso que os trabalhos dos grupos atendidos pela instituição vão fazer na Fenearte. O Imaginário é um projeto de extensão da UFPE, que tem como objetivos potencializar os valores de identidade das comunidades produtoras de artesanato, promover o associativismo e possibilitar que a atividade se firme enquanto meio de vida sustentável.

Um dos destaques do trabalho é o apoio dado aos artesãos ceramistas do Cabo de Santo Agostinho, localizado no Litoral Sul de Pernambuco. Eles produzem a Cerâmica do Cabo. “Nesta edição, as peças utilitárias estão com uma inovação: elas são esmaltadas. A tecnologia antes utilizada pelos artesãos não conseguia a temperatura necessária para alcançar esse resultado.

Serviço:

Agência Sebrae de Notícias - (61) 2107-9110 e 2107-9106

www.agenciasebrae.com.br

Central de Relacionamento Sebrae – 0800-570-0800

Sebrae em Pernambuco - (81)2101-8400

sexta-feira, 2 de julho de 2010

11ª edição da Fenearte começa hoje

02.07.2010 | 06:46
Folha de Pernambuco - PE

Empreendedor

Feira terá investimento de R$ 3 mi com expectativa de movimentar R$ 27 mi

Tatiana Notaro Nunes

Evento contará com produtos de reeducandos de 18 unidades prisionais em PE

Começa hoje, no Centro de Convenções de Pernambuco, a 11ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato - Fenearte, já considerada um dos mais importantes eventos do segmento na América Latina. Serão 4,5 mil expositores, entre artesãos de todos os estados do Brasil e outros 28 países (este ano, com participações inéditas de artistas da Grécia, Itália, Nepal e Rússia), expondo em 800 estandes.

Leia mais...

Couro da tilápia gera renda para mulheres de pescadores em Petrolândia (PE)



A criação de peixes de Petrolândia, às margens do Rio São Francisco se transformou em fonte de renda para as mulheres da cidade. Elas fazem artesanato com o couro da tilápia, que antes era descartado.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Artesãos alagoanos aperfeiçoam curtimento de couro de peixe

30.06.2010 | 15:00

Capacitação

Curso realizado no Instituto Xingó, em Piranhas (AL), faz parte das ações do Arranjo Produtivo Local (APL) Piscicultura no Delta do São Francisco

Do Sebrae/AL

Divulgação

Artesanato em Couro de Tilápia

Maceió - Nesta quarta (30) e quinta-feira (1º), os 10 integrantes da Associação dos Artesãos em Couro de Tilápia de Piranhas, no oeste de Alagoas, participam de um curso de Aperfeiçoamento Tecnológico em Curtimento de Peles de Peixes e Acabamento em Couro.

O curso, realizado no Instituto Xingó, em Piranhas (AL), faz parte das ações do Arranjo Produtivo Local (APL) Piscicultura no Delta do São Francisco, e tem como objetivo capacitar os artesãos para a melhoria da qualidade das peças confeccionadas pela associação.

O couro de tilápia tem sido utilizado como matéria-prima para confecção de bolsas, sapatos, cintos, brincos, pulseiras e tiaras artesanais. Para a coordenadora do APL Piscicultura pelo Sebrae em Alagoas, Liza Mirella, é importante que esses artesãos melhorem as técnicas de produção, o que refletirá diretamente na qualidade das peças.

“Nós já trabalhamos com essa associação desde 2007, e na medida em que eles vão aprendendo novas técnicas de produção eles conseguem agregar valor ao seu artesanato e, conseqüentemente, aumentam sua renda. Eles são incentivados a aproveitar todo o conteúdo do peixe, nada é jogado fora”, explica Liza.

Para a presidente da associação, Maria Cleonice dos Santos, entre as principais dificuldades enfrentadas pelos artesãos está o reduzido número de associados e a falta de locais de comercialização dos produtos.

“O único lugar onde vendemos as peças é a nossa própria cidade, Piranhas. Acontece que às vezes nós ficamos sem mercado, e precisamos aumentar nossas vendas, já que todos os artesãos têm esse trabalho como única fonte de renda, o que nos proporciona cerca de R$ 100 ou, no máximo, R$ 200 por mês”, explica a artesã.

Entretanto, a presidente destaca o trabalho que vem sendo feito junto aos artesãos da associação. Desde 2007, o Sebrae Alagoas e seus parceiros oferecem cursos de curtimento vegetal do couro, de confecção de calçados, de formação de custos e preços de vendas, de gestão ambiental, além de consultorias em gestão de negócios, em associativismo, entre outras.

“A qualidade dos nossos produtos vem melhorando bastante, e isso se deve, também, às capacitações que vem sendo oferecidas. É importante que nós possamos melhorar nossas técnicas de produção para acompanhar as exigências do mercado”, avali Maria Cleonice.

APL Piscicultura

O APL Piscicultura no Delta do São Francisco atinge 15 municípios do Baixo São Francisco Alagoano nas regiões da Zona da Mata, Agreste e Alto Sertão: Delmiro Gouveia, Olho D’água do Casado, Pão de Açúcar, Piranhas, Traipú, Belo Monte, São Brás, Porto Real do Colégio, Igreja Nova, São Sebastião, Penedo, Piaçabuçu, Feliz Deserto, Coruripe, e Jequiá da Praia.

Com o objetivo de consolidar a piscicultura no território através do aumento sustentável da produção e da conquista de novos mercados, o APL abrange 242 piscicultores, distribuídos em 15 associações, quatro cooperativas, três colônias de pescadores e uma câmara setorial.

O APL faz parte do Programa de Arranjos Produtivos Locais (PAPL) e é uma realização do Governo do Estado, através da Secretaria de Estado do Planejamento e do Orçamento (Seplan), e do Sebrae Alagoas.
Serviço:
Sebrae em Alagoas – (82) 4009-1600

Mais informações - (82) 3551-2570

Central de Relacionamento Sebrae – 0800-570-0800